SANDRO ALEX SURGE COMO PRÉ-CANDIDATO AO GOVERNO DO PARANÁ E CONSOLIDA TRAJETÓRIA POLÍTICA NO ESTADO

Redação com informações / Foto: Divulgação/PSD

O cenário político do Paraná começa a ganhar novos contornos com a pré-candidatura de Sandro Alex Cruz de Oliveira ao Governo do Estado. Natural de Ponta Grossa, o político construiu uma carreira marcada pela atuação em diferentes áreas, incluindo o direito, a comunicação e a vida pública.

Advogado e radialista, Sandro Alex é filiado ao Partido Social Democrático (PSD) e acumula três mandatos como deputado federal pelo Paraná, tendo sido eleito de forma consecutiva desde 2011. Durante sua passagem pela Câmara dos Deputados, integrou o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, participando de decisões relevantes no âmbito legislativo nacional.

Nos últimos anos, consolidou sua atuação no Poder Executivo estadual ao assumir a Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná durante os dois mandatos do governador Ratinho Junior. Para exercer a função, licenciou-se dos mandatos parlamentares nos períodos de 2019 a 2022 e novamente entre 2023 e 2026, afastando-se apenas durante as eleições.

Atualmente, Sandro Alex também ocupa a presidência estadual do PSD no Paraná, reforçando sua influência política e capacidade de articulação dentro do partido e no cenário estadual.

No âmbito familiar, o pré-candidato é casado, pai de três filhos e filho de Nilson de Oliveira, comunicador e empresário que mantém emissoras de rádio em Ponta Grossa, nas quais Sandro Alex participa com frequência. A comunicação, aliás, sempre foi uma das marcas de sua trajetória pública.

A política também está presente em sua família. Seu irmão, Marcelo Rangel, é atualmente deputado estadual pelo PSD, além de já ter sido prefeito de Ponta Grossa e secretário de Inovação, Modernização e Transformação Digital na gestão estadual.

Com o anúncio da pré-candidatura, Sandro Alex passa a integrar um grupo de nomes que se colocam na disputa pelo Governo do Paraná. Entre os pré-candidatos já mencionados estão Rafael Greca (MDB), Requião Filho (PDT), Sergio Moro (PL), Luiz França (Missão) e Alexandre Curi (Republicanos).

Compartilhe